terça-feira, 31 de janeiro de 2012

ARMAS ANTIGAS: ARCO LONGO


O arco longo (em inglês: Longbow) é um tipo de arco com comprimento quase equivalente à altura da pessoa que o empunha, pouco recurvado ou quase reto e com braços relativamente finos, de secção circular ou em "D". Tipicamente feito em uma única peça de madeira natural, este tipo de arco tem sido usado por inúmeras culturas como arma de caça e defesa e ainda hoje é usado para caça, em torneios ou na prática do tiro puro ou instintivo.

O exemplo mais famoso de arco longo é o arco galês, confeccionado tradicionalmente de madeira e de malha, e utilizado pelos exércitos ingleses com uma grande eficácia na Guerra dos Cem Anos. A curta distância, o arco podia ser apontado diretamente a um alvo concreto, e era quase capaz de penetrar na melhor armadura de placas naquela época. Para maiores distâncias os arqueiros soltavam para o alto os projéteis que faziam uma trajetória curva até as formações inimigas, fazendo do arco longo, em alguns aspectos, algo semelhante à artilharia da era moderna. As flechas do arco longo perdiam força de penetração sendo usadas dessa maneira, mas existem histórias de cavaleiros montados cujas coxas foram atravessadas por flechas.

Esse tipo de arco foi usado até a época da Guerra civil inglesa, mas foi substituído em muitos casos pelo mosquete, sobretudo devido aos muitos anos de um complicado treinamento necessário para se atirar com o arco longo, mesmo que o arco tivesse uma capacidade de obter altas taxas de disparo, de 5 a 10 flechas em 30 segundos para apenas um tiro de mosquete durante um mesmo período. O arco, nas mãos de um arqueiro experiente, era também sem dúvida muito mais preciso que o mosquete, e tinha até um alcance maior. O mosquete, como a besta, podia ser utilizado relativamente com pouco treinamento e tinham as vantagens psicológicas de produzir fogo, fumaça e estrondos em abundância quando disparado.

HISTÓRIAS DA ANTIGUIDADE: IMPÉRIO PERSA/AQUEMÊNIDA


A dinastia aquemênida, também designada de Acménida, acamênida, etc, governou a Pérsia em seu primeiro período monárquico independente. Sua linhagem remonta ao rei Aquêmenes da Pérsia, na verdade, um governante tributário ao reino da Média no século VII a.C.

Os aquemênidas viram seu apogeu sob o governo de Ciro II da Pérsia, bisneto de Aquêmenes, quando este subjugou a Média e todas as outras tribos arianas da área do atual Irã, e conquistou a Lídia, a Síria, a Babilônia, a Palestina, a Armênia e o Turquestão, fundando o Império Persa. As conquistas foram levadas adiante por seu filho Cambisses II, que conquistou o Egito, e Dario I, que expandiu o poderio persa pela Europa, conquistando a Trácia e consolidando seu poder na Anatólia. Neste primeiro período, os governantes Aquemênidas caracterizaram sua administração pela tolerância com as diferentes culturas e religiões dos povos conquistados, gerando uma lealdade sem precedentes entre seus súditos. Também construíram estradas ligando as principais cidades, e um sistema de correios eficiente. As estradas também se destinavam ao comércio do Egito e da Europa com a Índia e a China, do qual a Pérsia se beneficiou grandemente.

Após a tentativa frustrada de Dario de conquistar a Grécia, o império aquemênida começou a declinar. Décadas de golpes, revoltas e assassinatos enfraqueceram o poder dos aquemênidas. Em 333 a.C., os persas já não tinham mais força para suportar a avalanche de ataques de Alexandre, o Grande, e em 331 a.C., o último rei Aquemênida, Dario III, foi assassinado por seu sátrapa Bessus, e o primeiro Império Persa caiu em mãos dos gregos e macedônios.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

METAL CULTURAL: ESFINGE DE GIZEH


ESFINGE DE GIZEH vem honrando os Neteru desde 2002, de sua tumba em Caracas, Venezuela, trazendo a nós um Heavy/Folk/Black Metal digno de grandes bandas. Tendo como frontwoman a belíssima Carolina Ankhesa Davis (Egiptóloga), suas letras nos contam histórias dos deuses egípcios, e os vocais desta bela dama (intercalando vocais líricos com guturais furiosos) são hipnóticos. Eu já disse que ela é linda? Enfim, Esfinge de Gizeh permanece firme como uma pirâmide, através dos tempos. Infelizmente não tenho nenhuma notícia deles, desde o último trabalho, uma demo de 2003, aqui para download.

El Sueño de Thutmosis IV... El Renascer de la Esfinge

01 - Intro-Salida del Ka hacia la luz del día
02 - La Leyenda de Osiris
03 - Esfinge de Gizeh
04 - La Maldición de Tutankhamon
05 - Hijos de Ra
06 - Amòn el Inescrutable
07 - Horus el Dios Halcón
08 - El Tit de Isis
09 - Almas Oscuras
10 - El sueño de Thutmosis IV .... el renacer de la esfinge

DOWNLOAD

GRANDES PERSONALIDADES DA HISTÓRIA: LIU BEI

Liu Bei foi um grande general da China antiga, foi irmão jurado de Guan Yu (Kwan Kung) e de Zhang Fei, era muito hábil no campo de batalha, suas armas de uso eram duas espadas Chen (Jian) de ferro. Ele junto com seus irmãos lutaram contra o temivel general Lu Bu, mas mesmo a habilidade dos três irmãos não se comparava a de Lu Bu. Era um nobre de Shu (Long) o Reino do Dragão, e também um grande lider militar. Foi casado com a belíssima mulher Sun Shang Xiang, uma dama guerreira do reino de Hu (Wu). Liu Chan, que apos a sua morte ficou com seu posto, Liu Bei foi morto em uma batalha, esta batalha foi travada para vingar a morte de seu irmão Guan Yu, mas o reino de Hu (Wu) conseguiu revidar o que causou a morte de Liu Bei.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

CIDADES ANTIGAS: ATENAS


Atenas foi uma das principais cidade-estado na Grécia Antiga durante o grande período da civilização grega, no primeiro milênio a.C., durante a "Idade do Ouro" da Grécia (aproximadamente 500 a.C. até 300 a.C.) ela era o principal centro cultural e intelectual do Ocidente, e certamente é nas ideias e práticas da Antiga Atenas que o que nós chamamos de "civilização ocidental" tem sua origem. Após seus dias de grandiosidade, Atenas continuou a ser uma cidade próspera e um centro de estudos até o período tardio do Império Romano. As escolas de filosofia foram fechadas em 529 depois que o Império Bizantino foi convertido para o cristianismo. Atenas perdeu bastante o seu status e se tornou uma cidade provinciana.

Entre o século XIII e o século XV foi combatida pelos bizantinos e cavaleiros franceses/italianos do Império Latino. Em 1458, caiu em poder do Império Otomano e a população começou a diminuir e as condições pioraram quando o Império Otomano declinou. Partes da cidade (incluindo muitos de seus edifícios) foram destruídos no século XVII, século XVIII e século XIX, por diferentes facções que tentaram controlar a cidade.

Ficou virtualmente inabitada na época em que se tornou a capital do recentemente estabelecido Reino da Grécia, em 1833. Durante as próximas poucas décadas foi reconstruída e se transformou em uma cidade moderna.

A última grande expansão ocorreu na década de 1920, quando os subúrbios foram criados para acomodar os refugiados gregos da Ásia Menor.

Durante a Segunda Guerra Mundial foi ocupada pela Alemanha Nazi e esteve mal nos últimos anos da guerra. Depois da guerra começou a crescer novamente.

A Grécia entrou para a União Europeia em 1981, trazendo novos investimentos para Atenas, acompanhados de problemas de congestionamento e poluição do ar.

DIVINDADES: ATENA, MITOLOGIA GREGA

***Feliz 2012 (atrasado) a todos!***

Filha de Zeus e Métis, deusa da prudência. Quando Métis se encontrava grávida de Atená, Urano e Gaia preconizaram que o segundo filho do casal seria mais poderoso que seu pai e que terminaria por destroná-lo. Zeus, com medo ter o mesmo destino que seu pai Crono , decidiu engolir sua esposa. Assim feito, completado o tempo de gestação, o deus raio foi acometido de uma terrível dor de cabeça. Hefesto foi convocado à sua presença e com seu machado de bronze abriu-lhe o cranio de um só golpe.

Feito isto, saltou de dentro de sua cabeça Atená, vestida com brilhante armadura, brandindo sua lança e soltando gritos de guerra. Vocacionada para a guerra desde o nascimento, distinguia-se, contudo, da belicosidade sangrenta de Ares . Atená era uma estrategista por excelência. Sábia e prudente, era ferrenha defensora de nobres ideais como a justiça, a paz e a ordem. Ao contrário de Ares, amante da força bruta, apreciava a luta racional e os golpes executados com sabedoria e inteligência. Tão logo após seu nascimento, engajou-se na luta contra o gigante Palas que havia se insurgido contra os olímpicos. Consumada a vitória, a deusa esfolou seu adversário, fez de sua pele uma couraça e adotou seu nome como epíteto, passando a ser também conhecida por Palas ou ainda, Palas Atená.

Atena

Não amou deus ou mortal algum e embora houvesse sofrido inúmeras perseguições, manteve-se casta. Numa investida da qual foi vítima, Hefesto, que havia sido abandonado por Afrodite , tentou violentá-la. Em vão foi a fuga porque mesmo sendo coxo, o deus ferreiro logrou alcançá-la. Atená se defendeu lutando mas não conseguiu se desvencilhar a tempo de impedir que uma gota de seu sêmen caísse sobre uma de suas pernas. Enojada, a deusa limpou-se com um pedaço de lã que em seguida atirou ao solo. Assim fecundada, a Terra concebeu um menino, metade criança, metade serpente, a qual chamou Erictônio, nome que significa “filho da Terra”. Com o intuito de ocultar a criatura dos deuses, Atená o encerrou numa caixa a qual confiou às filhas de Cécrope: Aglauro, Herse e Pândrosa. Tomadas de imensa curiosidade, ignoraram a advertência de Palas de que jamais deveriam olhar seu conteúdo. Aterrorizadas com a visão do pequeno monstro, enlouqueceram atirando-se do alto do rochedo de Acrópole.

A deusa, ao tomar conhecimento do fato, recolheu a criança levando-a consigo para seu templo e lá a educou. Mais tarde, Cécrope que foi o primeiro rei mítico da Ática, entregou a Erictônio o reino de Atenas.

À medida que as cidades iam sendo fundadas, era comum que os deuses delas se apropriassem a fim de protegê-las por um lado e por outro, receberem adoração por parte de seus habitantes. Foi assim que Palas e Posídon se envolveram numa ferrenha disputa. Cécrope determinou que cada deus produziria algo novo para a cidade e que o povo, para dar fim a questão escolheria o vencedor baseando-se para tanto no critério de utilidade da invenção. Posídon bateu no solo com seu tridente e fez nascer uma fonte de água salgada. Atená criou a oliveira, de cujo fruto os gregos retiravam o alimento e o combustível para a iluminação. Venceu esta última criação e a cidade, em sua homenagem recebeu seu nome: Atenas.

Foi na cidade de Colófon, que a deusa, exímia fiandeira e perita na arte de bordar encontrou Aracne. Filha de Idmon, modesto tintureiro, Aracne era exímia tecelã. Contudo, quanto maior aumentava sua fama, maior se fazia sua arrogância. A moça não se cansava de se vangloriar de seus dotes e habilidades e se proclamava insuperável. Tal desmesura chegou aos ouvidos de Atená que, disfarçada numa velha e encarquilhada senhora, advertiu a jovem do perigo que corria com tal descomedimento, atitude inadmissível para os deuses. Recebeu insultos como resposta e por isso, a deusa, sentindo-se desafiada aceitou competir com Aracne. Iniciaram as duas a trabalhar. Atená bordou a cena de sua disputa com Posídon pela cidade de Atenas, enquanto que Aracne, capciosamente representou os aspectos menos louváveis dos deuses, especialmente com relação aos amores ilícitos de Zeus. Irritada com a beleza do trabalho e sem encontrar ali defeito algum, Atená rasgou-o e em seguida feriu sua rival com a agulha. Ultrajada, a jovem tecelã em vão tentou enforcar-se mas foi impedida pela deusa que a transformou em aranha condenada a viver tecendo para toda a eternidade.

Vários templos lhe foram consagrados, porém, o maior e mais conhecido foi o Partenon, palavra que em grego significa virgem, e localizado em Acrópole.

Muitas festas eram realizadas em sua homenagem. As Panatenéias, a maior e mais solene delas, consistis desde atividades esportivas, como corridas e lutas, até torneios artísticos incluindo poesia e música. Realizavam-se de cinco em cinco anos e contava com a participação de toda a cidade, sobretudo na gigantesca procissão que se realizava em direção à Acrópole. Havia também as festas chamadas Cálceas, realizadas em honra tanto de Palas quanto de Hefestos , as Esquiroforias, onde os participantes relembravam a importância do orvalho na proteção contra a seca e as Arreforias, cujo nome significa orvalho.

Na guerra entre gregos e troianos aliou-se aos primeiros, já que estes lutavam em defesa da fidelidade e da honra, ideias nobres com os quais a deusa prontamente se identificava.

Atená deixou inúmeros legados à humanidade. Ensinou os homens a arte de fiar e bordar e a arte de domar cavalos. Criou a flauta e inventou o leme para evitar que os barcos se perdessem ao sabor das ondas. Introduziu na Ática a oliveira e inventou os instrumentos agrícolas. No ramo das atividades guerreiras, inventou a quadriga, o carro de guerra e dirigiu a construção do navio Argo.

Deusa da justiça e da razão, era muitas vezes chamada a aconselhar os deuses. Protetora dos valentes e corajosos, guiava também as atividades práticas do dia a dia o que fez com que ganhasse o título de obreira.