quinta-feira, 27 de outubro de 2011

GRANDES PERSONALIDADES DA HISTÓRIA: IMPERADOR JIMMU


Imperador Jimmu (神武天皇, Jinmu-tennō?) foi o primeiro Imperador do Japão, de acordo com a tradicional lista de sucessão. Ele também é conhecido como Kamuyamato Iwarebiko e seus nomes pessoais são Wakamikenu no Mikoto ou Sano no Mikoto.

A casa imperial do Japão basea-se nos descendentes diretos de Jimmu. Nenhuma data pode ser afirmada sobre sua vida e reinado. O reinado do Imperador Kimmei (509 - 571 a.C.), o 29º Imperador do Japão é o primeiro a ter datas precisas.

Narrativa legendária

Atualmente existe o questionamento da existência dos nove primeiros imperadores e o Imperador Sujin, o 10º Imperador Japonês, é o primeiro a ter sua existência registrada. O nome Jimmu-tennō foi assinado póstumamente, muitas gerações depois.

Jimmu é considerado pelos historiadores como um "imperador lendário", por causa da escassez de informações sobre ele, que não implica necessariamente que certa pessoa não existiu. Não há material de estudos suficientes para verificação. O reinado do Imperador Kimmei (509-571), o 29º Imperador do Japão é o primeiro a ter datas atribuídas.

CULTURAS ORIENTAIS: HISTÓRIA DE MYANMAR


A população de Myanmar é descendente de tribos mongóis que se instalaram na região no século VII. Estas tribos constituíram um Estado unificado em 1054, com a fundação da dinastia Pagan por Anawrahta, introdutor do budismo no país.

Em 1287, a Birmânia é invadida pelos mongóis de Kublai Khan. A região se fragmenta em pequenos estados até sua reunificação em 1752, sob a liderança de Alangpaya.

No século XIX, o Império Britânico invade a Birmânia, incorpora-a à sua colônia da Índia, expulsando a família real para um exílio na Índia. Em 1937, torna-se uma colônia à parte.

Durante a Segunda Guerra Mundial, no período de 1942 a 1945, a Birmânia é ocupada pelo Japão, onde ocorrem violentos combates.

Em 1948, torna-se uma República independente.

Em 1962, um golpe militar, leva ao poder o general U Ne Win, que governa ditatorialmente até 1988, quando uma onda de protestos populares obriga a sua renúncia. Ainda em 1988 um novo golpe militar leva ao poder o general Saw Maung.

Em junho de 1989 o nome do país é alterado para Mianmar.

Em 1990, nas eleições para o Parlamento, encarregado de elaborar a nova Constituição, a oposição vence com ampla maioria, porém, o governo impede sua atividade. O país mergulha em crise política e social, com o governo reprimindo qualquer manifestação da oposição. No plano econômico, a ditadura estreita as relações com a China.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

ARMAS ANTIGAS: SICA


Espada curta semelhante à falcata, usada pelos trácios do norte da Grécia e, em Roma, a partir da ditadura de Sulla (81 a.C. – 78 a.C.), por gladiadores que lutavam no estilo trácio, procurando contornar o escudo do adversário.

Pela eficiência e facilidade de ocultação, era também uma arma favorecida por assassinos – daí a palavra “sicário”.

METAL CULTURAL: RUDRA


RUDRA é a banda precursora do Vedic Metal (Metal Védico), iniciou os trabalhos em 1998 em Singapura. Rudra mistura elementos hindus com Death Metal, e em suas letras vemos tanto passagens de mantras como a visão dos caras da banda sobre as histórias e mitos dos livros sagrados. Aqui deixo o último trabalho deles, Brahmavidya Imortal I, que encerra a trilogia (Brahmavidya Primordial I, Brahmavidya Transcendental I e Brahmavidya Imortal I).


  • Tracklist
  • 01. Now, Therefore…
  • 02. Illusory Enlightenment
  • 03. Ravenous Theories of Deception
  • 04. Vultures of Slavery
  • 05. Incredulous Void
  • 06. Sinister Devotion
  • 07. Harrowing Carrions of Syllogism
  • 08. Embryonic Theologies
  • 09. Supposed Sages of Sensuality
  • 10. Hymns of the Immortal Self
  • 11. Advaita Samrajya
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DIVINDADES: RUDRA, MITOLOGIA HINDU

Deus que era filho de Brama, pertencendo à casta sacerdotal das divindades. É também uma designação genérica da galeria dos semi-deuses. Era uma das manifestações inferiores de Shiva, mas num plano mais construtivo, já que o seu nome reporta para o conceito de "benfeitor", "benfazejo". Todavia, também destruía, mas num sentido benigno. Os Rudras eram Adjesapada, Ahivrahdhma, Virupakcha, Surisuara, Djayanta, Vahurupa, Tiyambaka, Aparadjita, Savitra e Hara.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

DOCUMENTÁRIOS: CIDADES OCULTAS - SUBTERRÂNEOS SECRETOS DA CAPADÓCIA

Sinopse: Durante séculos a região central da Turquia sofreu inumeras invasões. Esta paisagem rudimentar chama-se capadócia. Embaixo de aldeias, estradas e fazendas, existe um enorme campo de batalha subterrâneo. Há mais de 3000 anos os hititas foram os primeiros a escavarem cidades subterrâneas que persistiram a guerras sangrentas, batalhas religiosas e conflitos constantes. De túneis que ocultam armadilhas a as raízes do cristianismo até as ruínas de uma avançada civilização pagã.
Titulo Original: History Channel – Hidden Cities – Underground Secret of Cappadocia
Ano de Lançamento: 2008
Gênero: Documentário
Duração: 45 min
Áudio: Português
Tamanho: 566 MB
Qualidade: PDRIP
Formato: AVI

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CIDADES HISTÓRICAS: HATTUSA


Hattusa, Hattusa ou Hattusha do Império Hitita (2º milénio a.C.), situada perto da atual cidade de Boğazkale (antiga Bogazköy), a cerca de 200 km a leste de Ancara.

Os primeiros sinais de ocupação remontam a 2000 a.C., provavelmente dos hatitas (algumas fontes indicam Hattusa como a capital do reino hatita de Hatti). No seu apogeu, no século XIV a.C., a cidade ocupava cerca de 1,8 km².

Redondezas

A paisagem que rodeia a cidade incluí ricos campos agrícolas, terras no monte para pastagem, bem como árvores. Pequenos bosques ainda se encontram fora da cidade, mas nos tempos antigos eram muito mais difundidas. Isto significava que a população tinha uma fonte excelente fonte de madeira para construir suas casas e outras estruturas. Os campos proviam aos povos muito trigo, cevada e lentilhas. Panos também eram abundantemente confeccionados, mas a sua principal fonte de vestuário foi de de carneiro. Eles também caçavam veado na floresta, mas este foi, provavelmente, apenas um luxo reservado para a nobreza. A fonte de carne eram de animais domesticados. Havia vários outros povoados nos arredores, como o santuário na Yazilikaya ea cidade em Alacahöyük Uma vez que os rios da área são muito pequenos e inadequados para os principais navios, todos os transportes de e para Hattusa tinha que ir por terra.

História

Antes de 2 000 a.C., a região aparentemente seria uma colônia de indígenas Hatti que se estabaleceram por lá nessa época.[1] Os traços mais antigos da colônia são de 6 000 a.C. Nos seculos 19 e 18 a.C., comerciantes de Assur na Assíria, estabeleceram um posto de troca aqui, criado em um quarteirão separado da cidade. O centro da sua rede comercial era localizada em Kanesh (Neša, no lugar atualmente chamado Kültepe). Os negócios só seriam realizados se escrevessem relatórios para Hattusa: a rede de comércio de Assur começaram a relatar as negociações para Hattusa em forma de escrita cuneiforme.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

HISTÓRIAS DA ANTIGUIDADE: IMPÉRIO DOS KUSHANA


O Império dos Kushana, também designados por Kushan, Kuchans ou Kusana (século Iséculo III) foi um estado político que teve o seu auge de 105década de 250, localizado entre os territórios actuais do Tajiquistão, Mar Cáspio, Afeganistão e vale do rio Ganges.

O império foi criado pela tribo dos Kushana, que por sua vez, pertencem à etnia dos Yuezhi, que vive actualmente em Xinjiang, na China, e, possivelmente relacionados com os Tocarianos.

O império teve relações diplomáticas importantes com Roma, com a Pérsia Sassânida e com a China, em grande parte pela sua posição geográfica, num local de passagem entre o Ocidente e o Oriente.

GRANDES PERSONALIDADES DA HISTÓRIA: ATAHUALPA

Atahualpa foi um imperador inca que nasceu em março de 1502 em Quito, atual capital do Equador. Era filho do imperador Huayna Cupac, famoso por manter uma política rígida e cruel com seu povo, com a princesa Tocto Pala.

Antes de dar a luz à Atahualpa, Tocto Pala havia desposado primeiro o pai de Huayna, Tupac Yupanqui. Como a cultura inca era hereditária em praticamente todos os sentidos, a morte de Tupac acabou fazendo com que Huayna se tornasse imperador e, consequentemente, marido de Pala.

Huayna havia cedido para seu filho o território norte da Cordilheira dos Andes, que abrangia parte do Peru e praticamente todo o Equador, em consideração a Pala. Entretanto, o imperador também tinha outro filho, Huascar, a quem havia lhe entregado todos os territórios andinos do Sul, que tinha sede em Cusco.

Com a morte de Huayna e, não muito tempo depois, a morte de seu filho primogênito que iria substituí-lo no cargo de imperador, havia dúvidas sobre quem seria o novo imperador inca. Huascar, que dominava Cusco, histórica sede imperial, estava decidido de que seria o novo rei, mas sentia-se inseguro com as grandes terras deixadas para seu meio-irmão.

Sendo assim, Huascar ordenou que Atahualpa se dirigisse à Cusco para lhe reconhecer como imperador. Entretanto, os soldados de Atahualpa o alertaram para uma possível emboscada e viajaram junto com ele na intenção de tomar o Império Inca.

Atahualpa contava com uma grande vantagem: em seu exército, reuniu diversas sociedades que pretendiam acabar com o domínio cruel exercido pelos incas, lutando com muito mais homens a seu favor que Huascar. Historiadores avaliam que durante essa batalha, que ficou conhecida como Guerra dos Dois Irmãos, cerca de cem mil pessoas pereceram.

Naquele momento, corria um boato de que havia estrangeiros que pretendiam acabar com todo o Império Inca, que já estava bem enfraquecido após a batalha entre os irmãos. Atahualpa, que se tornara imperador, resolver apurar essa história e dirigiu-se até Cajamarca, no Peru, onde recebeu um convite do líder das tropas espanholas, Francisco Pizarro, para um jantar.

De fato, o álibi de Pizarro revelou-se uma grande armadilha. Ele cercou os incas e fez uma proposta: ordenou que eles aceitassem a religião cristã se quisessem sobreviver e ofereceu um livro da Bíblia Sagrada. Sem entender nenhuma palavra em castelhano, Atahualpa jogou a Bíblia no chão, o que deu a entender que ele queria guerra. No mesmo momento, soldados espanhóis que estavam escondidos avançaram e prenderam imediatamente o imperador.

Mesmo na prisão, o imperador inca pediu aos seus súditos que assassinassem seu meio-irmão Huascar, pois acreditava que ele estava envolvido na conspiração.

Durante muito tempo Atahualpa permaneceu preso, pois os espanhóis tinham interesse em manter contato para desvendar algumas localizações estratégicas. Mas, por não aceitar a doutrina católica, acabou sendo condenado segundo as leis da Igreja por poligamia, assassinato de ente familiar e tirania. Morreu enforcado em julho de 1533, pena considerada leve por seus contatos com Pizarro.

FONTE: http://www.infoescola.com/

ARMAS ANTIGAS: ALABARDA


Alabarda é uma arma antiga composta por uma longa haste. A haste é rematada por uma peça pontiaguda, de ferro, que por sua vez é atravessada por uma lâmina em forma de meia-lua (similar à de um machado), com um gancho ou esporão no outro lado. Está incluída na categoria de armas de cabo longo, que tornaram-se mais conhecidas no século XVI; sua difusão provocou a associação de diferentes formas, o que pode confundí-la com outras armas de cabo longo como Bardiche, Spetum, Ranseur, Partisan, Voulge, Glaive, Naginata, Fouchard, Guisarme, Bill-Guisarme, Machado de cabo-longo, Bec do Corbin, e a Lança, todos de cabo longo mas com diferenças importantes no formato e uso.

A principal indicação de se tratar de uma alabarda é possuir a lâmina transversal (meia lua) com o fio voltado (angulado) levemente para trás. O três componentes da parte ativa que a caracterizam como Alabarda propriamente dita são:

  • A ponta longitudinal reta (similar à lança)
  • Porção transversal em lâmina (visualmente similar ao machado),
  • Porção em gancho (como um esporão), formando três tipos de dispositivos, com usos específicos.

É considerada a arma de infantaria mais eficaz contra invasores em fortificações e muralhas. Era por excelência a arma usada pelos guardas de castelos e palácios e ainda hoje aparece como o padrão em unidades militares históricas, mantidas para fins decorativos, com suas fardas e armaduras de época. Um conjunto de soldados com alabardas podia imobilizar um cavaleiro de armadura, principalmente quando desmontado do cavalo, alguns tracionando com os ganchos pontiagudos e outros ancorando-o com a extremidade da lança. Tem a vantagem de aumentar o efeito de alavanca e alcance devido ao comprimento do cabo.

A alabarda possuia uma eficácia especial no combate a oponentes montados ou usando armaduras. Existiam três métodos básicos contra cavaleiros: a face oposta à lâmina, normalmente uma ponteira ou gancho podia ser usada para puxar o cavaleiro para baixo derrubando-o; a lâmina podia se usada para golpear a parte de trás do tornozelo do cavalo forçando-o a dobrar as pernas caindo, algumas vezes a lâmina em forma de meia-lua convexa dava lugar a uma em forma de meia-lua, ou um "V", côncava para encaixar melhor na perna do cavalo; e por fim podia ser usada apoiando a extremidade contrária da haste no pé e apontando a peça pontiaguda de lança para o peito do cavalo, matando-o.

O uso a curta-distância (corpo-a-corpo) não era frequente devido a haste longa, assim o soldado armado de alabarda geralmente possuía uma adaga e eventualmente uma espada curta para estas situações.

Além dos usos da parte ativa da alabarda, a haste ou cabo poderia ser usada como bastão, para impacto, e o pé ou coronha muitas vezes era recoberto por metal (pontiagudo ou rombo) para ser usado como ponta ativa secundária, para atingir um oponente que já tenha ultrapassado a linha do portador da alabarda (golpe para trás).

A alabarda possui ainda o efeito psicológico de, quando mantida verticalmente, mostrar suas laminas acima dos soldados, vistas à distância.

Partes componentes

1 - Lâmina longitudinal reta - a peça reta pontiaguda permitia o uso da alabarda como lança, o que era muito utilizado nos combates contra outras unidades de infantaria, principalmente as que escalavam muralhas usando-se de escadas. Permitia explorar emendas e aberturas em armaduras.

2 - Porções tranversais (lâmina e gancho) - graças à sua lâmina em meia-lua, a alabarda era usada (dependendo do tamanho, forma e capacidade de corte) como dispositivo de corte a distância, mas não como machado, uma vez que as hastes eram finas e com comprimentos entre 1,80m e 4,0m, o que provocaria fratura ou curvamento do cabo. As alabardas com pontas transversais curvas, menores e finas tinham a finalidade principal de explorar aberturas da armadura do oponente, atingindo-o por alguma fresta, ou enganchar-se a peças componentes da armadura, na tentativa de expor alguma parte do corpo do usuário, ou mesmo arrancar uma porção da armadura. Esta porção tranversal tinha também a utilidade de evitar a transfixação completa, que poderia prender a alabarda e assim desarmar o usuário após o primeiro uso efetivo. Esta porção tranversal permite ainda que, na eventualidade do uso como lança ser defletido, passando lateralmente, puxar-se de volta a arma e assim obter o contato no movimento de volta.

3 - Cabo ou haste - porção usada para manuseio, geralmente de diâmetro menor para preensão com as duas mãos. Comprimentos variados.

4 - Adorno - apesar de ser visto como adorno tinha a utilidade de evitar que o sangue do oponente deixasse o cabo escorregadio.

5 - Pé ou coronha - muitas vezes era recoberto por metal (pontiagudo ou rombo) para ser usado como ponta ativa secundária, para atingir um oponente que já tenha ultrapassado a linha do portador da alabarda (golpe para trás).