sexta-feira, 30 de setembro de 2011

DIVINDADES: VISHNU, MITOLOGIA HINDU

VISHNU é o deus principal da trindade hindú, representa SATTVAGUNA, o modo da bondade, e é responsável pela sustentação, proteção, e manutenção do universo. VISHNU é a fonte original de todos os Avatares e deuses. Ele está Presente em cada átomo da criação, bem como no coração de todos os seres.

A palavra Vishnu significa "aquele que tudo penetra", ou "aquele que tudo impregna".

É apresentado de duas formas principais:

Deitado em uma serpente de mil cabeças, flutuando num oceano de leite. Neste caso é chamado de Narayana, aquele que mora nas águas cósmicas. De seu umbigo sai um lótus onde está Brahma, o criador. A seus pés está Lakshmi, representando a beleza e a riqueza que devem se curvar diante do Absoluto. Envolvendo o lótus está uma serpente, Shesha, ou Ananta, que simboliza a eternidade. Ela possui mil cabeças voltadas para o Senhor Vishnu, representando o ego com seus mil desejos e pensamentos que reconhecem o Absoluto.

Vishnu é representado também em pé, sobre um lótus ou uma serpente. Representa o sábio indicando a busca do conhecimento. Apresenta quatro braços, tendo em cada mão um lótus (o conhecimento que sustenta a pureza da mente), um disco (a destruição da ignorância e dos apegos), uma concha (a origem da existência, os cinco elementos) e uma arma, a massa (o poder do conhecimento, o poder do tempo).

Vishnu é tido como o preservador do universo, enquanto os dois outros deuses maiores, Brahma e Shiva, são considerados os criadores e destruidores do universo, respectivamente. Os seguidores de Vishnu são chamados Vaishnavites.

Como preservador do cosmos, Vishnu mantém as leis do universo. Ao contrário de Shiva, que freqüentemente busca refúgio na floresta para meditar, Vishnu constantemente participa de conquistas amorosas.

Enquanto a ordem prevalece no universo, Vishnu dorme. Assim como Shesha flutua através do oceano cósmico dando sustentação à Vishnu, o universo surge do sonho de Vishnu. Mas quando há desequilíbrio no universo, Vishnu se utiliza de seu veículo, Garuda, e guerreia com as forças do caos, ou ele envia um de seus avatares (ou encarnações) para salvar o mundo.

Acredita-se que Vishnu teria dez avatares, sendo os mais populares Rama e Krishna. A lista completa dos dez avatares é a seguinte:

1. O peixe Matsya
2. A tartaruga Kurma
3. O urso Varaha
4. O homem-leão Narasimha
5. O anão Vamana
6. O padre guerreiro Parashurama
7. O príncipe Rama
8. O pastor de animais Krishna
9. Buddha-Mayamoha
10. O cavaleiro Kalki


Sua Shakti, ou seja, seu aspecto feminino, sua consorte é Lakshmi, deusa da prosperidade, riqueza e da beleza.

METAL CULTURAL: CHTHONIC



De Taiwan vem os CHTHONIC, tocando um Melodic Black Metal que incorpora elementos da música tradicional taiwanesa, como o instrumento Erhu (um violino asiático de duas cordas). Nas letras, contam histórias dos antepassados e um pouco do passado de batalhas de Taiwan.

Aqui deixo para download o masterpiece deles, Seediq Bale de 2006.

Tracklist:
  1. "Progeny of Rmdax Tasing" – 4:35
  2. "Indigenous Laceration" – 4:03
  3. "Enthrone" – 1:03
  4. "Bloody Gaya Fulfilled" – 6:39
  5. "The Gods Weep" – 5:55
  6. "Where the Utux Ancestors Wait" – 5:35
  7. "Exultant Suicide" – 4:59
  8. "Banished Into Death" – 3:49
  9. Quasi Putrefaction" – 6:57
DOWNLOAD pt 01
DOWNLOAD pt 02

CIDADES HISTÓRICAS: UR


Antiga cidade da Mesopotâmia, segundo a bíblia onde nasceu Abraão, Ur pode ter sido o local de onde surgiu o mito do dilúvio.
Ur controlava o comércio no rio Eufrates, quem descesse o rio com a intenção de chegar a Eridu próxima a saída para o Golfo Pérsico teria que passar por Ur. Posição muito estratégica.
Pode ter havido gente em Ur por volta de 6.000 a.C. o que a colocaria em boa disputa com Jericó para ser a cidade mais antiga do mundo. Com certeza, em 5.000 a.C. ali já havia uma cidade e por volta de 4.000 a.C. o mesmo rio que lhe conferiu projeção e destaque foi responsável por uma das maiores inundações da história da humanidade. Talvez seja essa grande inundação que a bíblia chamou de dilúvio. Em escavações arqueológicas no local constata-se uma camada de barro de três metros de altura.
Apesar da grande inundação a cidade voltou a dominar o cenário por vota de 2.500 a.C., consta que ela pode ter chegado a 100 mil habitantes, número expressivo para a época. Mas o destino da histórica cidade haveria de ser traçado pelo próprio Eufrates. Se outrora foi a proximidade como o rio que lhe imprimiu uma destruição agora foi a mudança de curso do mesmo que fez com que a cidade entrasse em decadência. Atualmente o Eufrates está a 15 Km de onde estava a cidade. Onde em épocas floresceu Ur hoje há uma estação de trem na aldeia de Mugajjar no Iraque.

sábado, 24 de setembro de 2011

HISTÓRIAS DA ANTIGUIDADE: GUERRA DO PELOPONESO


O lugar de liderança ocupado pelos atenienses no processo de expulsão dos persas da Grécia veio estabelecer as condições necessárias para que ocorresse a formação da Liga de Delos. Em sua justificativa inicial, tal liga seria criada com o objetivo de evitar novas investidas militares persas, através da criação de um fundo monetário que contava com a contribuição de cada uma das cidades-Estado. Com o passar do tempo, Atenas utilizaria desses recursos para impor seus interesses sobre outras cidades gregas.

Observando a postura hegemônica ateniense, Esparta e outras cidades gregas decidiram formar outra confederação militar, conhecida como a Liga do Peloponeso. Essa divisão criou um contexto de tensões que logo viria a desembocar na realização de um conflito maior. A gota d’água se deu quando a colônia da Córcira, integrante da Liga de Delos, resolveu se voltar contra a cidade de Corinto, membro da Liga do Peloponeso.

Em sua primeira etapa, a guerra estendeu-se durante dez anos e foi marcada por visível equilíbrio entre as forças lideradas por Atenas e Esparta. No ano de 421 a.C., a assinatura da Paz de Nícias estipulava uma trégua de cinquenta anos entre os dois lados do conflito. Contudo, o acordo só foi cumprido em seus oito primeiros anos, quando o líder ateniense, Alcebíades, encorajou a realização de novas investidas militares que tomariam Siracusa, região controlada pela Liga do Peloponeso.

Nesse retorno, os atenienses foram humilhados com uma terrível derrota, a qual resultou na prisão escravização de 20 mil soldados atenienses. Nos anos seguintes, os espartanos venceram a grande parte dos conflitos que deram continuidade à Guerra do Peloponeso. Em 404 a.C., na região de Egos-Pótamos, o general espartano, Lisandro, impôs a derrota definitiva dos atenienses. A partir de então, a hegemonia dos espartanos viria a imperar sobre grande parte das cidades-Estado gregas.

Nos anos seguintes, as disputas entre as principais cidades-Estado impuseram a consolidação de um grande desgaste em todo o mundo grego. Naturalmente, o envolvimento em tantas batalhas acabou promovendo a ruina econômica de várias cidades outrora consideradas poderosas. Aproveitando dessa situação, o rei macedônico, Filipe II, promoveu a organização de um grande exército que conquistou os territórios gregos ao longo do século IV a.C..


Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

FONTE: http://www.brasilescola.com/

CULTURAS ORIENTAIS: HISTÓRIA DE SINGAPURA


Singapura foi mencionado pela primeira vez, logo no século 3, onde era referido como Puluozhong, uma tradução chinesa de Pulau Ujong, literalmente «ilha no fim" (da península da Malásia). Quando um comerciante chinês chamado Wang Dayuan visitou a ilha em 1330, descreveu um pequeno povoado com o chinês e malaio habitantes. Ele chama isso de "Ma Dan Xi ', novamente uma tradução chinesa do malaio" Tamasek ", ou água da cidade. Ele faz uma aparição logo depois, em 1365, quando o javanês poema "Nagarakretagama" também se refere a ele com o mesmo nome. No entanto, é no "Sejarah Melayu 'ou malaio Annals que nós aprendemos que o Sri Buana Tricolor, o governante de Palembang (agora conhecida como a Indonésia) deu sua Cingapura nome. Um dia, enquanto procurava abrigo de uma tempestade, ele desembarcou em Tamasek e viu uma criatura que ele pensava que era um leão, um presságio que considerou auspicioso (embora o animal que ele viu foi provavelmente um tigre). Ele decidiu estabelecer um acordo nomeou 'Singapura', ou a cidade do leão.

O arquipélago malaio estava sob o domínio colonial europeu de grande parte do período entre os séculos 16 e 19, começando com o Português em Malaca, que não deu lugar ao holandês, que desenvolveu um reduto na região. Tudo isso mudou com a chegada de Sir Stamford Raffles em 1819, quando assinou um tratado formal com o sultão de Johor para estabelecer uma feitoria na ilha. No entanto, Portugal não se tornou uma colônia britânica até completa 1824.

Foi Raffles que decidiu que brasileiro deve tornar-se um porto livre, e como palavra deste comerciantes reuniram-se espalhado para a ilha, em vez de ter de cumprir com as regulamentações do comércio holandês. Cingapura tem operado como um porto livre desde então.

A expansão continuou até a Segunda Guerra Mundial, quando, apesar dos esforços corajosos de ambas as forças armadas (como o regimento da Malásia e de Singapura Corpo de Voluntários) e civis locais, Malaya caiu para o japonês com a entrega por Tenente-General Arthur Percival para a General Tomoyuki Yamashita do Exército Imperial Japonês no Ano Novo Chinês, o dia 15 de fevereiro de 1942. A queda de Singapura, uma vez conhecida pelos ingleses como Fortaleza de Singapura, ou mesmo a alardeada por Winston Churchill como o 'Gibraltar do Oriente ", foi a maior entrega por tropas lideradas pelos britânicos na história, e as conseqüências foram catastróficas.

130 000 soldados foram levados como prisioneiros de guerra, muitos dos quais morreram no Siam infame Birmânia ferroviária ou foram usados como mão de obra escrava para o que eram conhecidos como "os navios inferno '. A ocupação japonesa viu Cingapura renomeado 'Syon-a "(Luz da Ilha do Sul, em japonês). Inúmeras atrocidades foram cometidas pela polícia militar japonês, que levaram a cabo execuções em massa que custou entre 25 000 e 50 000 vidas de civis em ambos os Malásia e Singapura. Este, o período mais negro em Cingapura 's história, só terminou quando os japoneses se renderam aos britânicos no dia 12 de setembro 1945. Neste dia, Lord Louis Mountbatten assistiu Geral Seishiro Itagaki assinar a rendição formal. A ocupação japonesa durou três anos e meio de comprimento.

Até o momento brasileiro ganhou pleno auto-governo no 1959, houve muitos protestos dos sindicatos e várias facções, e de Acção, a recém-eleita PAP (Partido Popular), em Cambridge-educado líder Lee Kuan Yew, tinha começado a abordar estas questões, bem como erguer arranha-céus, baixo custo da habitação e promover o Inglês como língua de instrução nas escolas de Cingapura.

Em 1963, Singapura, juntamente com Sabah e Sarawak, fundiu-se com Malaya que posteriormente foi renomeado na Malásia. Esta parceria não durou muito tempo, No entanto, e em 1965, Lee Kuan Yew, infelizmente anunciou que Cingapura foi uma nação independente. Suas palavras "Para mim, é um momento de angústia. Toda a minha vida, toda minha vida adulta, eu acreditava na fusão e unidade dos dois territórios "ao vivo fresca na memória de muitos. Assim, a República de Singapura nasceu.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

GRANDES PERSONALIDADES DA HISTÓRIA: RAMSÉS II

RAMSÉS II

O reinado de Ramsés II é, de certa forma, como as pirâmides – um símbolo da opulência egípcia. Chamado de Ramsés, o Grande, tudo na vida deste faraó é vultoso. Viveu 90 anos, dos quais 67 à frente do governo. No começo de seu reinado, partiu para Qadesh, cidade que demarcava o limite entre os impérios egípcio e hitita, enfrentou sozinho 2 500 bigas inimigas e saiu vivo – “com a ajuda de Amon-Rá”. Ramsés ainda fundou uma nova capital no norte do Egito, Pi-Ramsés, cobriu o seu país e a Núbia (atual Sudão) de monumentos aos deuses e estabeleceu uma paz no reino de cerca de 50 anos. O mais bem-sucedido faraó entre os deuses vivos teve tempo de ter oito rainhas – das quais Nefertari era a preferida –, mais de uma centena de esposas secundárias e concubinas e quase 200 filhos. Se não bastasse, a biografia de Ramsés II tem espaço também para controvérsias: é considerado por alguns pesquisadores como o faraó do Êxodo, a libertação dos hebreus relatada na Bíblia.

DIVINDADES: APOLO, MITOLOGIA GREGA

Apolo - Filho de Zeus e de Leto, também chamado Febo, irmão gêmeo de Ártemis, nasceu às fraldas do monte Cinto, na ilha de Delos. É o deus radiante, o deus da luz benéfica. A lenda mostra-nos Apolo, ainda garoto, combatendo contra o gigante Títio e matando-o, e contra a serpente Píton, monstro saído da terra, que assolava os campos, matando-a também. Apolo é porém, também concebido como divindade maléfica, executora de vinganças. Em contraposição, como dá a morte, dá também a vida: é médico, deus da saúde, amigo da juventude bela e forte. É o inventor da adivinhação, da música e da poesia, condutor das Musas, afasta as desventuras e protege os rebanhos.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

METAL CULTURAL: AMON AMARTH

AMON AMARTH

Oriundos da Suécia, os AMON AMARTH ("Montanha da Perdição" em Sindarin) iniciaram seus trabalhos no fim da década de 80, tocando Death Metal Melódico/Viking Metal. Em suas letras, retratam batalhas Vikings, bem como a cultura nórdica e mitologia.
Aqui deixo um de seus melhores álbuns Fate of Norns, de 2004, recomendado para quem ainda não curte muito Death Metal (até seu espírito Viking falar mais alto).


Tracklist:

1 - An Ancient Sign of Coming Storm
2 - Where Death Seems to Dwell
3 - Fate of Norns
4 - The Pursuit of Vikings
5 - Valkyries Ride
6 - The Beheading of a King
7 - Arson
8 - Once Sealed in Blood

Download: Rapidshare

ARMAS ANTIGAS: KATAR


KATAR

A katara ou Katar é um punhal caracterizado pela sua forma em H. Exclusiva do Sul da Ásia, é o mais famoso e característico punhal indiano. Ela também fora utilizada em cerimonias de adoração por diversas seitas religiosas.
Era muito usado pelos mercenários da Antiguidade para executar suas vítimas com muita velocidade, precisão e silêncio. São perfeitas para perfurar armaduras.

As primeiras aparições ocorreram no império medieval mas a Katara que remonta a esse período muitas vezes tinha uma folha ou casca como proteção para proteger o dorso da mão, mas isso foi descartado pela segunda metade do século 17.

Com a disseminação de armas por toda a Índia se tornou uma espécie de símbolo de status ter uma Katara. Príncipes e nobres eram frequentemente retratados ao lado de uma, e não apenas como uma precaução para auto-defesa, mas sim com o propósito de mostrar a sua riqueza e posição.

Também foi usada para mostrar bravura e habilidade, caçadores provavam ser habilidos ao conseguir matar tigres com a Katara, o que convenhamos é incrivelmente dificl devido ao tamanho reduzido e a impossibilidade de arremesso.

Foram fabricadas variações da arma para europeus colecionadores que valorizavam pouco a funcionalidade marcial da arma. Entre elas estavam o katara tesoura com duas ou três lâminas que dobrada, parecia ter apenas uma, até que fossem precionadas revelando assim suas outras laminas.

Estas armas eram uma novidade popular entre estrangeiros, mas eram impraticáveis em combate real. Por exemplo, as lâminas não pôdiam ser abertas depois de serem empurrados para dentro do corpo de um adversário. E o mais importante, se eles desferissem um golpe com as lâminas abertas, toda a força do golpe teria de ser absorvido pelas dobradiças e pinos o que ocasionaria um grave acidente para quem estivesse golpeando

Uma outra variação ( que eu achei muito mais legal) é a qual se colocam dois "minicanhões" comos e fossem dois revolvers de baixo calibre com tiro unico em cada lado das Kataras, foram utilizados em batalhas mas também foram rapidamente virando apenas decoração.

A katara deixou de ser de uso comum por volta do séc. 19, embora elas ainda eram forjados para fins decorativos. Durante o século 18 e início do século 19, um grupo distinto de kataras foram produzidas. Elas foram decorado e os seus punhos eram cobertas com folhas de ouro. Estas katara foram mostrados na Grande Exposição de 1851 no Crystal Palace, em Londres.
Atualmente é dificil se ouvir falar dela.

FONTE: http://www.desbaratinando.com/

CIDADES HISTÓRICAS: CONSTANTINOPLA

Mapa da Constantinopla bizantina.


CONSTANTINOPLA

Constantinopla (em grego: Κωνσταντινούπολις, transl.: Konstantinoúpolis, "cidade de Constantino", Constantinopolis, em turco otomano formal: قسطنطينيه , Kostantiniyye), atual Istambul, foi a capital do Império Romano (330–395), do Império Bizantino ou Império Romano do Oriente (395–1204 e 1261–1453), do Império Latino (1204–1261) e do Império Otomano (1453–1922). Estrategicamente localizada entre o Corno de Ouro e o Mar de Mármara no ponto em que a Europa encontra a Ásia, a Constantinopla Bizantina havia sido a capital da Cristandade, sucessora das antigas Grécia e Roma. No decorrer da Idade Média, Constantinopla foi a maior e mais rica cidade da Europa. Em todo o mundo, só a China possuía cidades maiores e mais ricas.

Nomes

O nome da cidade é uma referência ao imperador romano Constantino I que tornou esta cidade a capital do Império Romano em 11 de maio do ano 330. Dependendo de seus governantes, teve diferentes nomes no decorrer do tempo. Entre os mais comuns estão:

Ela foi também chamada de Tsargrad ("Cidade dos Imperadores") pelos eslavos, enquanto que para os vikings era conhecida como Miklagård, "a Grande Cidade", semelhante ao nome com que também era chamada pelos gregos: "a Cidade" (ἡ Πόλις, hē Pólis).

O nome Istambul, que se supõe derivar da expressão grega "para a Cidade" ou "na Cidade" (em grego antigo εἰς τήν Πόλιν, (i)stimboli(n)), é usado na língua turca desde o século X, embora na maior parte dos casos as autoridades otomanas se referissem à cidade como Kostantiniyye. No entanto, havia, por exemplos alguns cargos oficiais em cujo nome aparecia Istambul — o comandante militar era o İstanbul ağası o grau mais elevado da magistratura civil era o İstanbul efendisi. Em 1930, mediante a lei turca de serviço postal, parte das reformas nacionais do governo de Atatürk, a cidade foi definitivamente nomeada oficialmente como Istambul.

História

Após ser capturada pela Quarta Cruzada em 1204 e depois recapturada pelas forças de Niceia, sob o comando de Miguel VIII Paleólogo em 1261, Constantinopla e o Império Bizantino foram tomados pelo Império Otomano a 29 de maio de 1453. Nos tempos otomanos, ambos os nomes Constantinopla e Istambul foram usados, apesar de os ocidentais invariavelmente usarem o nome Constantinopla. Quando a República da Turquia foi fundada em 1923, a capital foi movida de Istambul para Ancara.

sábado, 17 de setembro de 2011

GRANDE INAUGURAÇÃO

"AVE, BIBLIOTHECA!"

Expressão Latina que significa "Bom Dia, Biblioteca". É assim que inicio mais uma aventura por blogs em nome da História Antiga. Por aqui postarei, obviamente, assuntos relacionados a Antiguidade, Mitologias e Culturas Orientais, Européias e Meso-Americanas. Meu objetivo é repassar esses conhecimentos a todos e juntar em um só lugar, como uma bilbioteca mesmo. Que os Deuses me acompanhem e me garantam seus favores! E para todos que por aqui passarem, sejam bem vindos e aproveitem para deixar uma mensagem.