segunda-feira, 28 de setembro de 2009

DIVINDADES: SARASVATI, MITOLOGIA HINDU


SARASVATI

Sarasvati é a deusa hindu da sabedoria, das artes e da música e a shákti, que significa ao mesmo tempo poder e esposa, de Brahma, o criador do mundo. Ela é representada como uma mulher muito bela, de pele branca como o leite, e tocando sitar (um instrumento musical).
Ela é a protetora dos artesãos, pintores, músicos, atores, escritores e artistas em geral. Ela também protege aqueles que buscam conhecimento, os estudantes, os professores, e tudo relacionado à eloquência. Seus símbolos são um Cisne e um Lótus Branco.
Sarasvati também é o nome de um rio extinto da Índia, do vale do rio Indo, onde se desenvolveu a civilização Sarasvati-Sindhu, por volta de 3000 a.C.. O rio foi redescoberto por satélite no fim do século XX. A esta deusa era consagrado o chamado dia de Savitu-Vrta, normalmente comemorado no dia 16 de maio.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

DIVINDADES: JUNO, MITOLOGIA ROMANA


JUNO

Juno ou Juno Lucina, também conhecida como Hera na mitologia grega, é a esposa de Júpiter e rainha dos deuses. É representada pelo pavão, sua ave favorita. Íris era sua servente e mensageira.

Juno e Júpiter tinham 2 filhos, Marte (Ares), deus da guerra e Vulcano (Hefesto), o artista celestial, que era coxo. Juno sentia-se tão aborrecida ao vê-lo que atirou-o para fora do céu. Outra versão diz que Júpiter o jogou para fora, por este ter participado de uma briga do rei do Olimpo com Juno, deixando-o coxo com a queda.

Juno possuia muitas rivais, entre elas, a bela Calisto, que Juno, por inveja da imensa beleza que conquistara seu marido, transformou numa ursa. Calisto passou a viver sozinha com medo dos caçadores e das outras feras da floresta, esquecendo-se de que agora ela própria era uma. Um dia, Calisto reconheceu num caçador seu filho Arcas, já homem. Quis correr e abraçá-lo mas Arcas já erguera sua lança para matá-la quando Júpiter, vendo a desgraça que estava por acontecer afastou-os e lançou-os ao céu transformando-os nas constelações de Ursa Maior e Ursa Menor. Juno, enfurecida por Júpiter ter dado tal privilégio a sua rival, sai à procura de Tétis e Oceanus, as antigas divindades do mar. Conta-lhes toda a injúria que Júpiter fizera a ela, e pede para que eles não deixem as constelações se esconderem em suas águas. Assim a Ursa Maior e a Ursa Menor movem-se em círculo no céu mas nunca descem por trás do oceâno, como as outras estrelas.

Outra de suas rivais foi Io, que Júpiter, ao sentir a presença de Juno, transforma em uma novilha. Juno, desconfiada, pede a novilha de presente. Júpiter não podia negar um presente tão insignificante a sua mulher, então, pesaroso, entrega a novilha a Juno que coloca-a sob os cuidados de Argos Panoptes, um monstro de muitos olhos, e tendo tantos, nunca fechava mais que dois para dormir, vigiando Io dia e noite. Júpiter, perturbado pelo sofrimento da amante, pede a Mercúrio que mate Argos. Com músicas e histórias, Mercúrio consegue fazer com que Argos feche seus 100 olhos e nisso corta sua cabeça fora. Juno entristecida recolhe seus olhos que haviam perdido toda a luz e coloca-os na cauda de seu pavão, onde permanecem até hoje.

Enfurecida, Juno persegue Io por muitas partes da terra até que Júpiter intercede por ela prometendo não dar mais atenção a Io. Juno concorda devolvendo-lhe a aparência humana.

Outro forte inimigo de Juno foi Hércules, filho de Júpiter com a mortal Alcmena. A este declarou guerra desde seu nascimento. Com uma tentativa frustrada de matá-lo quando era apenas um bebê, Juno o submete a Euristeus, que o envolve em muitas aventuras perigosas que ficaram conhecidas como "doze trabalhos".

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

SERES MITOLÓGICOS: BOITATÁ


Boitatá
"Mboitatá"
(Do Guarany, Mboy, cobra ; Tatá, fogo)

Cobra de fogo. É uma das poucas superstições entre os camponeses sul-riograndenses, tchê. Conta-se entre a peonada das estâncias que nos passeios e nas viagens à noite, aparece um fogo volante, uma barbaridade, às vezes em forma de cobra, outras vezes em forma de pássaro de campanha, voando solita na frente do cavaleiro, muy buenacha, impedindo-lhe a passagem.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

DIVINDADES: GONG GONG, MITOLOGIA CHINESA


GONG GONG

Gong Gong é um deus das águas da mitologia chinesa, resposável pelas grandes enchentes, trabalhando em conjunto com Xiang Yao, um ser de nove cabeças e corpo de cobra. Diz a mitologia chinesa que Gong Gong sentiu-se envergonhado por ter perdido a luta pelo trono do Céu (Paraíso) e, por isso, em um ato de intensa raiva, bateu violentamente sua cabeça contra a montanha Bizhou, um dos pilares que sustentava o firmamento. O pilar sofreu enormes danos, fazendo com que o céu pendesse para o noroeste e a Terra para o sudeste, causando a inclinação deste último como conhecemos hoje. Esse acontecimento trouxe grandes enchentes, levando sofrimento ao povo. Nu Kua, importante e benevolente deusa, decepou as pernas de uma tartaruga gigante, utilizando-as para substituir o pilar danificado, remediando a situação; entretanto, ela não conseguiu corrigir completamente a inclinação do céu. Isso explica o movimento do sol, lua e estrelas para o noroeste e o curso dos rios da China para o sudeste, desaguando no Oceano Pacífico.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

DIVINDADES: HÓRUS, MITOLOGIA EGÍPCIA


HÓRUS

Hórus (ou Heru-sa-Aset, Her'ur, Hrw, Hr ou Hor-Hekenu) é o deus dos céus, Muito embora sua concepção tenha ocorrido após a morte de Osíris.

Tinha cabeça de falcão e os olhos representavam o sol e a lua. Matou Seth (O Diabo, o Mal), tanto pela vingança da morte do pai, Osíris, como pela disputa do comando do Egito.

Após derrotar Seth, tornou-se o rei dos vivos no Egito. Perdeu um olho lutando com Seth, que foi substituído por um amuleto de serpente, (que os faraós passaram a usar na frente das coroas), o olho de Hórus, (anteriormente chamado de Olho de Rá, que simbolizava o poder real e foi um dos amuletos mais usados no Egito em todas as épocas. Depois da recuperação, Hórus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Seth.

O olho que Hórus feriu (o olho esquerdo) é o olho da lua, o outro é o olho do sol. Esta é uma explicação dos egípcios para as fases da lua, que seria o olho ferido de Hórus.

Alguns detalhes do personagem foram alterados ou mesclados com outros personagens ao longo das várias dinastias, seitas e religiões egípcias. Por exemplo, quando Heru (Hórus) se funde com Ra O Deus Sol, ele se torna Ra-Horakhty. O olho de Horus egípcio tornou-se um importante símbolo de poder.

Trindade egípcia

Hórus é segunda pessoa da Trindade egípcia, composta por Osíris, Ísis e Hórus.