quinta-feira, 28 de maio de 2009

DIVINDADES: HELIOS, MITOLOGIA GREGA


HELIOS


Hélios era um deus grego, filho dos titãs Hipérion e Téia (ou Tia), irmão de Eos e Selene. Era associado ao Sol e representado como um jovem com a cabeça coroada com uma auréola de raios dourados, carregando um chicote e conduzindo, no céu, um carro de fogo puxado pelos cavalos Pírois, Eoo, Éton e Flégon (nomes relacionados com o fogo e com a luz). Ele surgiu do oceano no crepúsculo para conduzir sua biga pelo céu, carregando o sol e descendo à noite a oeste. Via tudo e sabia de tudo, sendo freqüentemente convocado por outros deuses para servir como testemunha. Era o rei do controle do tempo e as deusas do dia, do mês, das estações e do ano o serviam.
Duas de suas amantes mortais foram transformadas em plantas heliotrópicas (plantas cujas flores viram-se para o sol) e em olíbanos. Aquelas plantas eram sagradas para Hélio. Os seus animais sagrados eram o galo e a águia. O colosso de Rodes – uma das sete maravilhas do mundo antigo – foi construído em sua homenagem, pois era casado com Rodes, filha de Poseidon.

terça-feira, 26 de maio de 2009

SERES MITOLÓGICOS: FADA

Fada


As fadas são seres mitológicos e muitos destes contos e lendas vêm dos celtas e são conhecidas como as mulheres dos elfos. Estas são constituídas por asas de libelinhas e borboletas nas costas e utilizam uma varinha de condão para realizar encantamentos. A sua dimensão tanto pode ser muito pequena aparecendo em pequenas luzinhas semelhante á dos pirilampos como também, ter a estrutura de uma mulher normal. Facilitam a vida dos mais injustiçados actuando misteriosamente.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

DIVINDADES: ODIN, MITOLOGIA NÓRDICA


ODIN (WOTAN)



Na Granideum (mitologia nórdica), Odin (Wotan) era o maior dos deuses vikings, governante de Asgard e senhor de todas as magias. Possuía a lança Gungnir, que nunca errava o alvo e cujo cabo havia runas que ditavam a preservação da lei. Possuía também um cavalo de oito patas chamado Sleipnir.
Odin também era o deus da sabedoria. Ele atirou um de seus olhos no poço de Mimir em troca de um gole de sabedoria. Ele se enforcou pendurando-se na árvore cósmica, Yggdrasil, para obter o conhecimento dos mortos e foi revivido por magia em seguida. Ele se mantinha informado sobre os acontecimentos em toda a parte através de seus dois corvos, Hugin (Pensamento) e Munin (Memória), que vigiavam o mundo e contavam tudo o que se passa e o que já se passou no mundo.
Odin se tornou proeminente no panteão devido ao seu gosto pela batalha. Essa qualidade lhe conferiu popularidade entre os vikings quando eles começaram a atacar objetivos fora da Escandinávia. No salão de sua grande fortaleza, Valhala, ele reunia os abatidos em batalhas. Chamados de einherjars (mortos gloriosos), esses guerreiros eram preservados por Odin para ajudar os deuses na batalha final contra os gigantes no Ragnarok. Tem diversas amantes e concubinas, mas a sua esposa é Frigga.
Odin não era exatamente um guerreiro, mas inspirava os guerreiros a se lançarem freneticamente na batalha, sem nenhum sentimento e nenhum temor. Os rituais de enforcamento faziam parte da veneração a Odin, sendo que o suicídio por enforcamento era considerado um atalho para o Valhala.

Odin é a figura central do panteão germânico, o rei dos deuses; os germânicos, povo dado a luta e guerras, viam nele o protótipo da bravura, da altivez e do valor; os escandinavos dos últimos séculos pagãos, os Vikings aventureiros, terror do ocidente cristão foram os derradeiros a combater invocando o nome de Óðinn (Odin). Ao lado do deus Loki, é a personagem de mais complexa personalidade dentro do panteão germânico, o que fez com que, embora seu nome fosse exaltado por muitos poetas, permanecesse obscuro para o camponês simples, mais identificados com Þórr (Thor) e Freyr devido a suas características de deuses agrários.
Odin era tido em alta consideração pelos jarls e outros membros da nobreza nórdica, embora as pessoas comuns o temessem e venerassem Thor. Odin seria assassinado durante o Ragnarok por Fenrir, o lobo gerado por Loki. A veneração a Odin diminuiu à medida que os vikings desistiram de atacar e optaram por ocupações mais pacíficas.

Origens do nome

Os nomes do deus são encontrados em nórdico arcaico (ou Old Norse) Óðinn (Saxo Grammaticus, latinizando escreve Othinus), no germano Wotan e no primitivo germânico sob a forma de Wodanaz, no gótico, Vôdans, no dialeto das ilhas Feroé (nas costas da Noruega), Ouvin, no antigo saxão, Wuodan, no alto alemão, Wuotan, enquanto que entre os lombardos e na região da Vestefália aparece Guodan ou Gudan, e na Frísia, Wêda. Nos dialetos dos alamanos e borgundos temos a expressão Vut, usada até hoje no sentido de ídolo. Essas denominações estão ligadas pela raiz, no nórdico arcaico, às palavras vada e od, e, no antigo alto alemão, a Watan e Wuot, que significavam a princípio razão, memória ou sabedoria. Mais tarde tornaram-se equivalentes a tempestuoso ou violento, sentido que os cristãos faziam empenho de acentuar, procurando depreciar a figura do deus pagão.

Dia da semana de dedicação

O nome quarta-feira, dia que era dedicado ao deus, tomou as denominações, no inglês, wednesday (antigo saxão, wôdanes dag, anglo-saxão, vôdnes dag), no holandês, woensdag (média-neerlandês, woensdach), no sueco e dinamarquês, onsdag (Old Norse, odinsdagr), e no dialeto da Vestefália, godenstag ou gunstag.

Citações na Edda Poética

Na Edda Poética, o maior ciclo é naturalmente o do deus supremo, compreendendo as seguintes baladas: Baldrs Draumar (Os Sonhos de Baldr), Hárbarzljóð (A Balada de Harbard), Vafþrúðnismál (A Balada de Vafthrudnir), Grímnismál (A Balada de Grimnir) e Hávamál (As Máximas de Hár).
Odin se apresenta sob diversos nomes nas baladas édicas, de acordo com as exigências da situação. Sabemos, pela Völúspa (A Profecia da Vidente) e Hyndluljóð (A Balada de Hyndla), que ele era filho de Bur. As elevadas designações de velho criador e pai dos homens, que o poeta anônimo lhe deu em Baldrs Draumar e no Vafþrúðnismál, bem como a informação de que Odin dera o fôlego (Völuspá) a um casal inanimado, não deixa dúvidas sobre uma interferência na criação da humanidade. No Grímnismál há o cognome de príncipe dos homens, na Lokassena (A Altercação de Loki) de pai das batalhas, na Völuspá, de pai dos exércitos, e no Grípisspá (A Profecia de Gripir), de pai da escolha ou pai dos mortos em batalha.

Personalidade

Em linguagem corrente nos países escandinavos e no norte da Alemanha, conforme observa-se entre pessoas cultas, são usadas as expressões zu Odin fahren ou hei Odin zu Gast sein, e far þu til Odin ou Odins eigo þik, citadas também por Jacob Grimm, para imprecações equivalentes a vá para o diabo, ou o diabo que o carregue. É uma tendência malévola que se explica, não só pela ação do cristianismo, mas ainda pelas atitudes violentas e sombrias que o deus tomava, infligindo castigos inflexíveis, como o sono imposto à valkyrja (valquíria), e atravessando os ares com seu exército de maus espíritos, nas noites de tempestades.
As baladas édicas nos apresentam Odin com inúmeras falhas de caráter, tendo ou procurando ter aventuras amorosas, que ele próprio narra no Hávalmál (parte II) e na balada Hárbarzljóð, além das relações simultâneas com Jörd, a Mãe-Terra, que lhe deu o filho Thor, com Rind, que lhe deu o filho Váli, e uma giganta, que lhe deu o filho Víðar (Vidar), sem contar sua esposa, a deusa Frigg, mãe de Baldr, Hödr, Bragr e Hermóðr (Hermod). Outras ações menos dignas são o roubo da razão ao gigante Hlebard, descrito também na balada Hárbarzljóð, e a sedução de Gunnlod no Hávalmál (parte III) afim de conseguir furtar a bebida encantada, que desperta o dom da poesia. O fato de a Edda Poética não ter sido escrita numa época exclusivamente pagã, explica, suficientemente, os defeitos do deus supremo, embora estes se verifiquem com deuses superiores de outras mitologias.

Virtudes

Cabe-nos mencionar, finalmente, o aposto de “pai da magia”, constante do Baldrs Draumar, confirmado no seu próprio depoimento do Hávamál (parte IV), em que nos descreve seu próprio sacrifício: feriu-se com a lança e suspendeu-se numa árvore, onde permaneceu nove dias agitado pelos ventos; está árvore é Yggdrasill, o freixo do mundo. Tudo isso visando à iniciação na sabedoria das runas, tendo até criado algumas delas, tornando-se senhor do hidromel dos poetas, licor mágico que profere vaticínios.
Quanto ao elevado saber de Odin, relata-se que nem sempre foi assim, sábio e mágico poderoso; ávido por conhecer todas as coisas, quis beber da fonte da Sabedoria, onde o freixo Yggdrasill mergulha uma das raízes; mas Mímir, seu tio, o guardião da fonte, sábio e prudente, só lhe concedeu o favor com a condição de que Óðinn lhe desse um de seus olhos. Ele então encontrou na água da fonte milagrosa tanta sabedoria e poderes secretos que pôde, logo que Mímir foi morto da guerra ente os Æsir e os Vanir, lhe conferir a faculdade de renascer pela sabedoria: sua cabeça, embalsamada graças aos cuidados dos deuses, é capaz de responder a todas as perguntas que lhe dirigem. Após adquirir tantos conhecimentos, procurava depois revelar em duelos de palavras, em que aposta a vida e sai sempre ganhado. Além do mais, por várias vezes se dirige a profetisas e visionárias, pedindo informações estranhas, dando-lhes em paga ricos presentes.

Cultuação

Desse modo, vemos que Óðinn, na concepção do poeta édico, é criador da humanidade, detentor supremo do conhecimento, das fórmulas mágicas e das runas, invocado por ocasião das batalhas, durante os naufrágios e as doenças, na defesa contra o inimigo, e afinal em qualquer situação desesperadora. Altares se elevavam em sua honra, e sacrifícios lhe eram oferecidos, inclusive de humanos, até mesmo de crianças.

Símbolos

Nas baladas da Edda, o deus supremo está em ligação com símbolos, emblemas e certos elementos adequados às diversas circunstâncias em que aparece. Assim, no Valhöll (Valhalla), tem o seu grande palácio onde recebe e aloja os guerreiros mais valorosos, e em outro dos seus três palácios em Ásgarðr (Asgard), o Valaskjalf, senta-se no trono Hliðskjalf (Hlidskialf), de onde é possível enxergar o mundo inteiro e acompanhar todos os acontecimentos da vida. A seus pés, deitam-se os dois lobos Geri e Freki, símbolos da gulodice, que o acompanham em suas caçadas e lutas, alimentando-se dos cadáveres dos guerreiros. Nos seus ombros estão os dois corvos Munin e Hugin, a sussurrar-lhe o que viram e ouviram por todos os cantos. Quando se encaminha a uma batalha, o que é freqüente, usa armadura e elmo de ouro, trazendo nas mãos o escudo e a lança Gungnir, que tem runas gravadas no cabo, montando seu famoso corcel branco, de oito patas, chamado Sleipnir, que tem a faculdade de cavalgar no espaço, por cima das terras e águas.

Disfarces

Em muitas passagens, descrevem-se as andanças de Odin, em que se apresenta sob o disfarce de um viajante, envolvido numa enorme capa azul ou cinza, com um chapéu de abas largas, quebradas em cima do olho perdido, como nas baladas édicas Vafþrúðnismál e no Grímnismál, e com os nomes significativos de Gagnrad (o que determina a vitória), Grimnir (o disfarçado), além do Hávalmál (parte III) e nos Baldrs Draumar, respectivamente com os nomes Hár (o elevado, o eminente, o sublime) e Vegtam (o acostumado aos caminhos).

quarta-feira, 20 de maio de 2009

SERES MITOLÓGICOS: ELFO



Elfo



Elfo é uma criatura mística da Mitologia Nórdica e do Paganismo Germânico, que aparece com freqüência na literatura medieval européia.
Nesta mitologia os elfos chamam-se Alfs ou Alfr, também chamados de "elfos da luz" - Ljosalfr. São descritos como seres belos e luminosos, ou ainda seres semi-divinos, mágicos, semelhantes à imagem literária das fadas ou das ninfas. De fato, a palavra "Sol" na língua nórdica era Alfrothul, ou seja: o Raio Élfico; dizia-se que por isso seus raios seriam fatais a elfos e anões.
Eram divindades menores da natureza e da fertilidade. Os elfos são geralmente mostrados como jovens de grande beleza vivendo entre as florestas, sob a terra, em fontes e outros lugares naturais. Foram retratados como seres sensíveis, de longa vida ou imortalidade, com poderes mágicos, estreita ligação com a natureza e geralmente como ótimos arqueiros.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

DIVINDADES: ABASSI, MITOLOGIA EFIK


ABASSI


Na mitologia Efik, Abassi é o deus criador. Sua esposa é Atai, que convenceu-o de permitir que dois seres humanos (seus filhos, um homem e uma mulher) se instalassem na Terra, mas os proibissem de reproduzir ou trabalhar e eles voltariam ao céu quando Abassi tocasse o sino de jantar; essas regras foram definidas para que eles não superassem Abassi em sabedoria e força. Conseqüentemente, eles quebraram esta regra e Atai matou ambos, bem como causou a luta, morte e guerra entre as seus filhos. Abassi e Atai foram tão repugnados que eles se retiraram dos affairs (assuntos) dos seus descendentes.
Outros acreditam que o criador, Abassi, criou dois seres humanos e, em seguida, decidiu não lhes permitir viver na terra. Sua esposa, Atai, persuadiu-o a deixar que eles assim fizessem. Para controlar os seres humanos, Abassi insistiu que eles comam todas as suas refeições com ele, por meio disso impedindo-os de cultivar ou caçar a comida. Ele também proibiu-os a procriação. Logo, entretanto, a mulher começou a cultivar os alimentos na terra, e eles deixaram de aparecer para comer com Abassi. Então o homem uniu-se a sua esposa nos campos, e logo houve filhos também. Abassi culpou sua esposa do modo que as coisas tinham resultado, mas ela disse-lhe que trataria disso. Ela enviou para a Terra a morte e a discórdia para manter as pessoas no seu lugar.

SERES MITOLÓGICOS: LICÂNTROPO



Licântropo



O Lobisomem, ou tecnicamente licantropo (palavra derivada do nome do rei mítico Licaão), é um ser lendário, com origem em tradições européias, segundo as quais, um homem pode se transformar em lobo ou em algo semelhante a um lobo, em noites de lua cheia que ele sente extrema raiva, só voltando à forma humana, novamenmente quando se acalma.
Tais lendas são muito antigas e encontram a sua raiz na mitologia grega. Uma das personagens mais famosas foi o pugilista arcádio Damarco Parrásio, herói olímpico que assumiu a forma de lobo durante nove anos após um sacrifício a Zeus Liceu, lenda atestada pelo geógrafo Pausânias. Segundo lendas mais modernas, para matar um lobisomem é preciso acertá-lo com artefatos feitos de prata.


quarta-feira, 13 de maio de 2009

SERES MITOLÓGICOS: VAMPIRO

Bela Lugosi isn't dead.

Vampiro


O vampiro é um ente mitológico que se alimenta de sangue humano.
Voltaire, escreveu uma longa entrada sobre vampiros no seu Dicionário Filosófico. Dessa obra faz parte a seguinte definição de vampiro:
"Estes vampiros eram corpos que saem das suas campas de noite para sugar o sangue dos vivos, nos seus pescoços ou estômagos, regressando depois aos seus cemitérios. "
O vampiro é um personagem muito comum na literatura de horror e mitológica, existindo tantas versões do seu mito quanto existem usos desse conceito. Alguns pontos em comum são o fato de ele precisar de sangue (preferencialmente humano) para sobreviver, de não poder sair na luz do Sol, de se transformar em morcego e de poder ser posto em topor temporario por uma estaca no coração.
Os vampiros têm aparições antiquíssimas na mitologia de muitos países, principalmente dos da Europa, (leste europeu) e os do antigo oriente próximo, na mitologia da Suméria e Mesopotâmia, onde surge como filho de Lilith, se confundindo com Incubus.
Segundo a lenda, os vampiros podem controlar animais daninhos e noturnos, podem desaparecer numa névoa e possuem um poder de sedução muito forte. Formas de combatê-los incluiriam o uso de objetos com valor sagrado tais como hóstia consagrada, rosários, metais consagrados, alhos, água benta, etc.
Nas primeiras lendas sobre vampiros eles se transformam em cães ou lobos, na Europa não existem morcegos hematófagos e essa associação só passou a existir depois da criação de Drácula. Em muitas das lendas antigas eles se transformavam nas noites de lua cheia, o que permite pensar que a lenda do Lobisomem tenha um fundo comum.
Entretanto muitas pessoas falam que alguns desses são invenções e realmente acreditam que eles existem.
Ha outra definição de vampiro ou vampirismo, voltada ao mundo real. Diversas culturas declaram que o vampirismo não é somente uma lenda e que todos nós, todos os dias, estamos sempre sendo sugados por eles. Nessa definição o vampiro não possui os dentes caninos maiores, não usa capa, tampouco vive num ataúde ou não se expõe ao sol. Essa definição, diz respeito aos humanos vampiros, definindo dessa forma, as pessoas normais com as quais convivemos, mas que, sem que percebamos "sugam" o sangue de suas vítimas. Esses vampiros modernos, por assim dizer, são encontrados principalmente em ambientes profissionais, assim entendendo aquelas pessoas que fazem uso do conhecimento, tecnologia, projetos e idéias das pessoas as quais convivem, passando como se fossem suas, ou seja "sugando" ou apropriando-se dessa forma, de todo o trabalho, dedicação, e conhecimentos profissionais de suas vítimas.

terça-feira, 12 de maio de 2009

DIVINDADES: PAN KU, MITOLOGIA CHINESA


PAN KU


Pan Ku foi o primeiro ser vivo e o criador de tudo que existe segundo a versão mais conhecida do mito da criação na mitologia chinesa.

Mito da criação

No início não havia nada além do Caos Primordial, o "Vazio". A partir desse Caos um ovo foi chocado por 18 mil anos. O Céu, a Terra e Pan Ku coexistiram em um estado de unidade dentro deste ovo negro.
Ao romper o ovo, Pan Ku cria o universo, dando origem ao Céu e a Terra. Separando o Yin Yang com um golpe de machado Yang , o mais pesado, afunda e torna-se a Terra, enquanto o Yin, mais leve, eleva-se para formar o céu.

Pan Ku permaneceu entre eles sustentando o Céu. Após 18 mil anos, Pan Ku descansou:
Sua respiração tornou-se o vento;
sua voz, o trovão;
seu olho esquerdo, o Sol;
seu olho direito, a Lua;
seu corpo transformou-se nas montanhas;
seu sangue formou os rios;
seus músculos, as terras;
sua barba, as mudas e arbustos;
seus pêlos, as florestas;
sua pele, o chão;
seus ossos, os minerais;
sua medula, as pedras sagradas;
seu suor caiu como chuva;
e as pequenas criaturas em seu corpo (como pulgas, e até bactérias), carregadas pelo vento, tornaram-se os seres humanos e animais espalhados pelo mundo.

Hoen-Tsin

Pan Ku também é conhecido como Hoen-Tsin, personagem da mitologia chinesa que representa o caos primordial donde surgiu o céu e a terra. De acordo com a mitologia chinesa, Hoen-Tsin cresceu 30 quilometros por dia durante 11.500 anos. Depois, quando se tornou grande demais para o universo, morreu.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

SERES MITOLÓGICOS: NINFA


Ninfa



Na mitologia grega, ninfas são qualquer membro de uma grande categoria de deusa-espíritos naturais femininos, às vezes ligados a um local ou objeto particular. Muitas vezes, ninfas compõem o aspecto de variados deuses e deusas, ver também a genealogia dos deuses gregos. São frequentemente alvo da luxúria dos sátiros. São a personificação da graça criativa e fecundadora na natureza.

terça-feira, 5 de maio de 2009

DIVINDADES: MICTLANTECUHTLI, MITOLOGIA ASTECA


MICTLANTECUHTLI


Também denominado Micli ou Mictlantecuhtli (Senhor do Reino dos Mortos, na língua asteca), deus que é o governante de Mictlan, a camada mais profunda do submundo asteca. É um dos mais assombrosos deuses astecas conhecidos, representado como uma pessoa vestindo uma caveira com dentes salientes, ou como um esqueleto. Sua esposa é Mictecacihuatl. Seus animais simbólicos são a aranha, a coruja e o morcego. É o deus regente do signo do Cão no horóscopo asteca.
Mictecacihuatl tem o papel é zelar pelos ossos dos mortos e presidiu ao longo dos antigos festivais dos mortos, evoluindo da tradição asteca para o Dia dos Mortos moderno,após síntese com tradições culturais espanholas. Sua imagem atual mais aproximada é Imagem:La Catrina, uma representação do artista José Guadalupe Posada.
Segundo a lenda, os mortos, ao entrar no reino de Mictlan, tem sua carne lavada dos ossos por uma ventania de facas. O único alimento no Mictlan eram cobras venenosas.
Mictecacihuatl é conhecida como a Senhora dos Mortos, pois acredita-se que ela nasceu e foi sacrificada. Seu culto muitas vezes se confunde também com cultos mexicanos em honra de Santa Muerte.

SERES MITOLÓGICOS: TROLL


Troll


Os trolls são criaturas antropomórficas do folclore escandinavo. Poderiam ser tanto como gigantes horrendos - como ogros - ou como pequenas criaturas semelhantes a goblins. Viviam em cavernas ou grutas subterrâneas.
Na literatura nórdica apareceram com várias formas, e uma das mais famosas teria orelhas e nariz enormes. Nesses contos também lhes foram atribuídas várias características, como a transformação em pedra destas criaturas quando expostas a luz solar.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

SERES MITOLÓGICOS: OGRO



Ogro



O Ogro, ou ogre é um gigante dos contos de fadas que se alimentava de carne humana, de origem controversa, provavelmente alteração do latim Orcus 'divindade infernal'. Na mitologia, diz-se de um monstro que habita florestas isoladas e lúgubres. Na literatura infantil, um ogro famoso é o do conto de fadas O Pequeno Polegar. Essas criaturas possuem um cérebro reduzido, o que justifica seus atos de insanidade, falta de competência e sua capacidade mental reduzida.