segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

VII. PIRÂMIDES DE GIZÉ (EGITO)



VII. PIRÂMIDES DE GIZÉ (EGITO)

Das sete maravilhas do mundo antigo, as Pirâmides são as únicas sobreviventes. Foram construídas por volta de 2690 a.C, a 10 km do Cairo, capital do Egito. A maior delas foi construída por Quéops, o mais rico dos Faraós. Empregou 100 mil operários durante 20 anos. As outras grandes Pirâmides são as de Quéfren e a de Miquerinos. Miquerinos era filho de Quéops e construiu a mais cara de todas elas.

VI. JARDINS SUSPENSOS DA BABILÔNIA (IRAQUE)


VI. JARDINS SUSPENSOS DA BABILÔNIA (Iraque)

Foram construídos por ordem do poderoso Nabucodonosor II, em 600 a.C., em homenagem a uma de suas mulheres, Semíramis, que sentia saudade das montanhas de sua terra. Os jardins eram 6 montanhas artificiais, apoiadas em colunas de 25 a cem metros de altura, ao sul do rio Eufrates. Ficavam a duzentos metros do palácio real. Conta-se que Nabucodonosor enlouqueceu ao contemplar essa obra. Tudo foi destruído em data desconhecida.

V. FAROL DE ALEXANDRIA (EGITO)


V. FAROL DE ALEXANDRIA (Egito)

Erguia-se numa das ilhas de Faros, perto de Alexandria e tinha uma torre de mármore branco de 135 metros de altura. Era iluminado pelo fogo de lenha ou carvão. Inaugurado em 270 a. C., o farol foi destruído por um terremoto em 1375.

IV. MAUSOLÉU DE HALICARNASSO (TURQUIA)



IV. MAUSOLÉU DE HALICARNASSO (Turquia)

Artemisa II, irmã e esposa do rei Mausolo, mandou construir o maior e mais suntuoso túmulo de todas as épocas. Sua base era de mármore e bronze, com revestimento em ouro. A obra ficou pronta em 352 a.C. No alto da construção viam-se as estátuas do rei e da rainha. Artemisa morreu antes de ver o mausoléu terminado. Fragmentos desse monumento são encontrados no Museu Britânico, em Londres e em Bodrum, Turquia.

III. COLOSSO DE RODES (GRÉCIA)


III. COLOSSO DE RODES (Grécia)

A gigantesca estátua de Hélio, o deus do sol, tinha 46 metros de altura, era toda de bronze e pesava 70 toneladas. De pernas abertas, ficava na entrada do golfo de Rodes, uma ilha do mar Egeu. Foi destruída por um terremoto em 224 a. C.

II. TEMPLO DE DIANA (TURQUIA)


II. TEMPLO DE DIANA (Turquia)

Levou duzentos anos para ficar pronto - em 450 a. C. - na cidade de Éfeso. Suas 127 colunas de mármore atingiam 19 metros de altura. Depois de ter sido incendiado em 356 por Eróstrato, foi reconstruído (dessa vez em vinte anos) e destruído novamente em 262 pelos godos.

I. ESTÁTUA DE ZEUS OLÍMPICO (GRÉCIA)



I. ESTÁTUA DE ZEUS OLÍMPICO (Grécia)

Foi esculpida por Fídias, o mais célebre escultor da Antiguidade, em ébano e marfim, entre 456 e 447 a.C. Tinha quinze metros de altura e era toda inscrustada de ouro e pedras preciosas. Estava na cidade de Olímpia até que um terremoto a destruiu, possivelmente em 1215.

DIVINDADES: SEKHMET, MITOLOGIA EGÍPCIA



Sekhmet

Na mitologia egípcia Sekhmet, Sachmet, Sakhet, Secmet ou Sakhmet ("a poderosa") é a deusa da guerra e das doenças. O centro de seu culto era na cidade de Mênfis.
Sua imagem é uma mulher coberta por um véu e cabeça de leão. Muito temida no antigo egípcio, sendo ela o símbolo da punição de Rá.
Rá, o Deus-Sol enviou Sekhmet (um possível aspecto mau de Hathor) para destruir os humanos que conspiravam contra ele.
História

Possui força e coragem, e tem como missão proteger o deus Rá e o faraó.

Certa vez, Rá ordenou a Sekhmet que castigasse a humanidade por causa de sua desobediência. A deusa executou a tarefa com tamanha fúria que o deus Rá precisou embebedá-la com cerveja para que ela não acabasse exterminando toda a raça humana.

E uma das formas da deusa Hathor, que abraçou o deus Rá, absorvendo sua força, e sob a aparência de uma leoa desceu à terra para destruir a humanidade.

A Lenda

Conta-se que Rá cansou-se dos pecados dos homens então criou a deusa para punir aqueles que deviam ser punidos. No entanto Sekhmet não teve controle, portanto matou a sangue frio homens de bem e suas famílias. Desesperados, os seguidores de Rá pediram ajuda ao deus, mas esse não pode ajudar.

Então, os egípcios tiveram a idéia de fazer uma bebida da cor do sangue e enbebedaram a deusa. Sendo assim ela adormeceu e pode ser recolhida por Rá.

Poderes
Ela é a patrona dos médicos e trás a cura para os males que ela própria disseminou pelo mundo.

Culto
Venerada nos santuários de Mênfis como esposa de Ptah.

Iconografia
Representada por uma mulher com cabeça de leoa.

Família
Seu esposo era Ptah (posteriormente Ptah-Seker) e com ele o filho Nefertem.

Signo

As pessoas nascidas sob o signo de Sekhmet são ousadas e corajosas. Adoram enfrentar novos desafios, mas pecam pela falta de obstinação. Aliás, é comum iniciarem algum projeto animadamente e o abandonarem justamente quando ele começa a dar frutos, ou seja, quando deixa de representar um risco e se torna previsível. Isso também se aplica aos relacionamentos: a paixão é sua grande busca. Exuberantes, enérgicas, um tanto autoritárias, as pessoas de Sekhmet precisam aprender a arte da diplomacia e da tolerância. Também é importante que controlem a agressividade, pois essa característica pode assumir proporções extremas.


DIVINDADES: KALI, MITOLOGIA HINDU


Kali


Kali (que significa, literalmente, A Negra), é uma das divindades mais cultuadas do Hinduismo. Apresenta-se com aspecto terrível e sua tradição inclui sacrifícios animais e antigamente humanos -- segundo observado ainda pelos colonizadores ingleses no século XIX.
No entanto, no paganismo ela é a verdadeira representação da natureza e é também considerada por muitas pessoas a essência de tudo o que é realidade e a fonte da existência do ser. Deusa da morte e da sexualidade, Kali - cujo nome, em sânscrito, significa “negra” - é a esposa do deus Shiva, segundo o tântrismo é a divina Mãe do universo, destruidora de toda a maldade. É representada como uma mulher exuberante, de pele escura, que traz um colar de crânios em volta do pescoço e uma saia de braços decepados - expressando, assim, a implacabilidade da morte.
A lenda conta que , numa luta entre Durga e o demônio Raktabija, este fez o desespero de Durga com seu maléfico poder: cada gota de seu sangue se transformava em um demônio. Durga e Shiva , ao tentar matar os vários demônios que surgiam a cada gota de sangue , cortavam a cabeça (e daí nasciam mais e mais demônios). já em desespero , surge Kali , que cortava as cabeças e lambiam o sangue ( daí representado pelo colar de cabeças , pela adaga e a língua de fora) . Assim , dizimou os demônios-clones de Raktabija.
Mas Kali não é uma deusa do mal pois, na verdade, seu papel de ceifadora de vidas é absolutamente indispensável para a manutenção do mundo. Seus devotos são recompensados com poderes paranormais e com uma morte sem sofrimentos.
Kali é a destruidora do demônio Raktabija. Ela é também uma das formas da deusa Parvati, esposa de Shiva.
A figura da deusa tem quatro braços, o corpo pintado de vermelho sombrio, os olhos ferozmente arregalados, os cabelos revoltos, a língua pendente, os lábios tintos de hena e bétele. No pescoço traz um colar de cabeças humanas, e os flancos, uma faixa de mãos decepadas. Sempre é representada em pé sobre o corpo caído de seu esposo Shiva.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

DIVINDADES: ISHTAR, MITOLOGIA ACÁDIA


ISHTAR

Ishtar é a deusa dos acádios, herança dos seus antecessores sumérios, cognata da deusa Asterote dos filisteus, de Isis dos egipcios, Inanna dos sumérios e da Astarte dos Gregos. Mais tarde esta deusa foi assumida também na mitologia Nórdica como Easter - a deusa da fertilidade e da primavera.
Esta deusa era irmã gémea de Shamash e filha do importante deus lua - Sin.
Também é representada pelo planeta Vênus.
Considerados uma das maravilhas do mundo, os Portões de Ishtar, na Babilônia, foram transportados para um museu na Europa -Museu de Berlim. Uma réplica encontra-se no Iraque.

Rituais

Todo o culto aos deuses é feito através de rituais. Ishtar tinha alguns rituais de carater sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, outros rituais tinham a ver com libações e outras ofertas corporais.
Um ritual importante ocorria no equinócio da primavera, onde os participantes pintavam e decoravam ovos (símbolo da fertilidade) e os escondiam e enterravam em tocas nos campos. Ao contrário do que se diz, a Igreja católica nunca adaptou este ritual. Na Igreja Católica se celebra a Páscoa, que nada tem a ver com ritual de decorar ovos. A Páscoa não é uma festa popular, mas um tempo litúrgico na Igreja Católica.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

DIVINDADES: HÉCATE, MITOLOGIA GREGA


HÉCATE

Hécate é uma divindade, filha dos titãs Perses e Astéria. Hécate, em grego, significa "a distante" (embora alguns atribuam a origem do nome à palavra egípcia Hekat que significaria "Todo o poder", já que supostamente Hécate teria se originado em mitos do sudoeste asiático que fora assimilada para a religião greco-romana mais tarde) mas era conhecida como a mais próxima de nós, pois se acreditava que, nas noites de lua nova, ela aparecia com sua horrível matilha de cachorros fantasmas diante dos viajantes que por ali cruzavam. Ela enviava aos humanos os terrores nocturnos e aparições de fantasmas espectros. Também era considerada a deusa da magia e da noite, mas em suas vertentes mais terríveis e obscuras. Era associada a Ártemis, mas havia a diferença de que Ártemis representava a luz lunar e o esplendor da noite. Também era associada à deusa Perséfone, a rainha dos infernos, lugar onde Hécate vivia.

Dada a relação entre os feitiços e a obscuridade, os magos e bruxas da Antiga Grécia lhe faziam oferendas com cachorros e cordeiros negros no final de cada lua nova. Era representada com três corpos e três cabeças, ou um corpo e três cabeças. Levava sobre a testa o crescente lunar (tiara chamada de pollos), uma ou duas tochas nas mãos e com serpentes enroladas em seu pescoço. Os romanos assimilaram Hécate a Trívia, deusa das encruzilhadas, embora a relação dada entre ambas não seja tão perfeita como em outros casos da mitologia. Os marinheiros consideravam-na sua deusa titular e pediam-lhe que lhes assegurasse boas travessias. Hécate era uma divindade tripla: lunar, infernal e marinha.

Hécate se uniu primeiramente com Fórcis e foi mãe do monstro Cila e depois com Aestes, de quem gerou a feiticeira Circe. Em outros mitos, Cila era uma ninfa que foi transformada por Circe num monstro marinho. O cipreste estava associado a Hécate. Seus animais eram os cachorros, lobos e ovelhas negras. Suas três faces simbolizam a virgem, a mãe e a senhora. Ela transmite o poder de olhar para três direcções ao mesmo tempo. Esta deusa sugere que algo no passado está amarrando o presente e prejudicando planos futuros.

Com o fim do matriarcado na Grécia, Hécate se tornou a senhora dos ritos e da magia negra. As três faces passaram a simbolizar seu poder sobre o mundo subterrâneo, onde morava, ajudando à deusa Perséfone a julgar os mortos; a terra, onde rondava nas luas novas; o mar, onde tinha seus casos de amor. Esse tríplice poder de Hécate é comparável ao tríplice domínio sobre o mar, a terra e o céu.

Nos mitos, seu papel foi sempre secundário. Participou da Titanomaquia ao lado de Zeus, ajudou Deméter a procurar sua filha Perséfone quando esta foi raptada por Hades e combateu Hércules quando ele tentou enfrentar Cérbero, seu cão de companhia no mundo subterrâneo.

Outra definição

Hecate ou Hécate; é uma Deusa aparentada com Ártemis. Segundo Hesíodo é filha de Astéria (Deusa estrelar) e Perises o deus da Destruição. Astéria, também conhecida por Ortígia, é irmã de Leto, a mãe de Apolo e Ártemis; (Astéria é filha dos Titãs Céos e Febe. Perses é filho do Titã Créos e de Euríbia; e Euríbia é filha de Pontos e Gaia). Nesta versão Hécate, descende da geração de Urano, Gaia e Pontos, a tornando uma Deusa do Céu, da Terra e do Mar. Mas também aparece como filha de Nyx, a deusa da Noite escura, o que torna Hécate uma eterna deusa da noite. Já acreditaram que Hécate fora outrora uma das Erínias, pois seus símbolos, são idênticos (Tochas, serpentes, sombras, etc). Também já a citaram como uma das Moiras, pois tanto Hécate, quanto sua filha Circe, podem intervir nos fios do Destino. Permanece bastante misteriosa, caracterizada mais pelas suas funções e os seus atributos do que pelas lendas em que intervém. É, portanto, independente das divindades do Olimpo. Zeus conservou seus antigos privilégios e aumentou-os inclusivamente.

Hécate espalha por todos os Homens a sua benevolência, concedendo as graças para quem lhe pedem. Dá, nomeadamente a prosperidade material, o dom da eloqüência nas políticas, a vitória tanto nas batalhas, quanto nos jogos. Proporciona peixe abundante aos pescadores; faz prosperar ou definhar o gado conforme quer. Os seus privilégios estendem-se a todos os campos ao invés de se limitar a alguns como é, em geral com todas as divindades. Invoca-se também muito particularmente como "DEUSA QUE NUTRE" a juventude, em pé de igualdade com os gêmeos Ártemis e Apolo. É também uma Deusa protetora das crianças, e enfermeira e curandeira de jovens e mulheres.

São estas as características de Hécate na época antiga. Pouco a pouco, a deusa adquiriu uma especialização diversa. Foi considerada como Deusa que preside a magia e os feitiços. Está ligada ao mundo das sombras. Surge aos magos e às feiticeiras com um archote em cada mão, ou sob a forma de diversos animais: égua, cadela, lobas etc. É a ela que se atribui a invenção da feitiçaria, e a lenda incorporou-a na família dos magos por excelência: Circe, Eetes e Medéia. Com efeito, tradições tardias dizem que Circe é filha de Hécate e ora mãe, ora tia de Eetes e Medéia.

Medéia, se diz sacerdotisa de Hécate, e sempre está no altar da Deusa, em suas invocações. Hécate era uma divindade misteriosa, as vezes identificada com Ártemis (Deusa da Lua - explendor da noite de lua cheia; e as trevas e os seus horrores) as vezes com Perséfone (Hécate é a Deusa dos espéctros e fantasmas). É a deusa da bruxaria e do encantamento, e acreditava-se que Hécate vagava a noite pela terra, vista somente pelos cães, cujo o latido, indicavam a sua aproximação. Hécate, nestes passeios, estava sempre acompanhada por seu séquito de Espéctros (entre eles Empusa).

Como feiticeira, Hécate preside as encruzilhadas, que são lugares de eleição da magia. Aí se ergue a sua estátua, sob a forma de uma mulher de três corpos, ou com três cabeças. Estas estátuas eram muito abundantes nos campos da antiguidade e junto delas colocavam-se oferendas.

Hécate é também a Deusa dos caminhos, quem dava a humanidade, novos caminhos a serem seguidos. Deusa forte e poderosa por excelência. Mãe também de Skylla ou Cila, como Fórcis, na qual Circe transformara em terrível monstro.

Hécate é a deusa conhecida como "DEUSA TRÍPLICE", pois domina nos céus, na Terra e no mar, e no mundo dos mortos. (Era Rainha do Erebo, na ausência de Perséfone). Junto de Perséfone e Demeter, é uma das Grande Deusas dos mistérios de Elêusis. Dizem que na versão Hesiódica, Hécate e o ressurgimento da Grande Febe.

DIVINDADES: SANTUÁRIO


Só pra eu não esquecer: postarei algumas divindades obscuras no blog.